Reflexões – Marcos Castro | COVID – 19, 20, 21…; e a “imunidade ao ranço da manipulação”!

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Vacina contra a Covid-19
Vacina contra a Covid-19 (Foto: Reprodução)

Estamos, aproximadamente, em 300 dias (dez meses!) vividos pela humanidade imersa na pandemia provocada pelo SARS-CoV-2; vírus chinês que originou a doença COVID-19 e o “fique em casa” até sentir-se mal e precisar de UTIs e respiradores não comprados pela corrupção dos manipuladores e aproveitadores.

O “fique em casa” que vou destruir seu psíquico! O “fique em casa” que vou acabar com a economia e seu emprego! O “fique em casa” e não se trate precocemente! O “fique em casa” da OMS que, a cada dia, ao sabor azedo da geopolítica mundial, muda de opinião! O “fique em casa” que, no dia seguinte das eleições, já espalha a desinformação catastrófica da tal 2ª onda para terminar o “serviço”! O “fique em casa” que destrói o ensino – bem precioso ao futuro da humanidade! O “fique em casa” aterrorizado pelas covas do Covas e de outros aliados do iminente apocalipse! O “fique em casa” que desconsidera a natural disseminação viral até a imunização de rebanho ou das vacinas por vir! O “fique em casa” lamentando a dor das perdas humanas, sem funeral adequado, que realmente ocorrem e sofremos por isto!

O “fique em casa” que o povo já cansou e criou “imunidade ao ranço da manipulação”!

É óbvio que, neste meu artigo, NÃO FAÇO APOLOGIA ALGUMA a irresponsabilidades no que tange a qualquer descumprimento dos protocolos de prevenção! Tudo que, corretamente, previne e protege deve ser mantido até a humanidade usufruir de uma vacina; a exemplo de máscaras, evitar aglomerações, uso de álcool em gel, lavar as mãos, tratamento precoce e etc.

Tampouco minimizo o justo e humano sentimento de empatia e solidariedade ao sofrimento e perdas que esta doença causa!

                No entanto, é risível a imediata e hipócrita crueldade ilógica dos apaixonados torcedores do “CORONA FC” em já propagarem a tal 2ª onda, logo após o término – no dia seguinte – de eventos globais que davam mais audiência midiática (exemplo: eleições nos EUA e no Brasil).

                Na minha opinião (estudo, pesquiso o assunto em profundidade, participo de eventos nacionais e internacionais – lives com especialistas -, desde março/20) o que, em síntese, realmente acontece é o seguinte:

  • Como em qualquer epidemia viral, a disseminação do agente causador (neste caso o novo Corona vírus) se dá e se propaga até ocorrer a imunização de rebanho (imunização coletiva natural) ou a através de uma vacina eficiente;
  • O povo cansou (o que, apesar de compreensível, não é correto), após 300 dias aproximadamente, de alguns dos protocolos; e, assim, como já era previsto, a disseminação continuou seu fluxo natural de contágio;
  •  As incontáveis, contínuas e constantes informações e desinformações a que ficamos sujeitos, causaram outro tipo de imunidade: a “imunidade ao ranço da manipulação”!

Reitero: NÃO FAÇO APOLOGIA ALGUMA a irresponsabilidades no que tange a qualquer descumprimento dos protocolos, comprovadamente eficientes, de prevenção! Tampouco minimizo o justo e humano sentimento de empatia e solidariedade ao sofrimento e dor a que esta nova doença nos submete!

Mas, vejamos…

Por que precisamos ficar atentos ao tal “fique em casa” e entender a “imunidade ao ranço da manipulação”?

Vou me ater somente a três fatos de dezenas que poderiam ser relatados.

                        Temos sim um perigo iminente! Infelizmente este vírus tem uma taxa de letalidade; sim tem! Hoje, no Brasil, a taxa de letalidade da COVID-19 é de aproximadamente 2%. No entanto, o tal “fique em casa” traz consigo outros perigos muito claros e terríveis. Por exemplo, do “retorno” ao Pais de doenças já erradicadas ou muito bem controladas; e que têm imunização através de vacina. A taxa de letalidade da meningite meningocócica é de assustadores 20%, principalmente entre as crianças (e das que sobrevivem, 90% carregam sequelas cruéis), cujas famílias, agora, com medo do “fique em casa”, não as têm levado aos postos de vacinação. Em anos anteriores, nesta época, a taxa de imunização vacinal contra a meningite “beirava” os 90% no Brasil; e hoje nem encosta nos 50%.

Ah, um detalhe a respeito: me lembro perfeitamente, por volta da década de 70, quando surgiu a meningite, íamos à escola (nada parou, pois não havia a manipulação midiática) com um saquinho (tipo, estes de chá) de canfora pendurado no pescoço, pois diziam que o aroma da canfora afastava a bactéria “Neisseria meningitidis”.

                O desserviço cruel de desinformação da mídia apocalíptica corrupta e manipuladora traz sim um grave risco ao aumento natural de casos, óbvio! E é essa a intenção! Sem qualquer adesão a algumas das dezenas de teorias da conspiração, mas com coerência, é assim que penso: é tanta desinformação hipócrita, previsível e declaradamente nojenta, que causa um perigoso descrédito e fez (e faz) com que o povo cansasse e relaxasse! Isto não é bom! É parte da consequência, daí negativa, creio pensada e programada, do que chamo de “imunidade ao ranço da manipulação”.

                Para finalizar recorro a algo que já está até enfadonho pelo tanto que é citado, mas não devidamente acessado e compreendido. Ninguém, em estado psíquico dito normal, pode torcer pelo placar do jogo da vida versus morte, mas há quem o faça! Neste caso, sugiro, enfaticamente, uma consulta e uma breve “navegada” pelo site da “Transparência do Registro Civil para verificar o real e oficial (não midiático, visto nunca ser divulgado pela mídia apocalíptica, mesmo sendo a correta fonte de consulta) impacto da COVID-19 frente a outras “causas mortis(infartos, AVCs, outras doenças respiratórias e etc.) que infelizmente ocorrem e continuam ocorrendo; muito mais letais do que a COVID – 19.

                Óbvio que, a PREVENÇÃO E O CUMPRIMENTO AOS EFETIVOS PROTOCOLOS – OS JUSTOS E HONESTOS – DEVEM CONTINUAR, mas há de se entender claramente que o povo está imune ao ranço da manipulação.

Assim espero!

Por Marcos Castro
Engenheiro; Especialista em Qualidade e Produtividade;
Mestre em OTH; Educador;
Escritor; Filósofo; Professor Universitário;
Educador; Palestrante; Psicanalista.
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